Por que viajar?

A viagem transformacional: Novo paradigma para o futuro das viagens

Historicamente falando, o homem busca viajar para que?

Sair da rotina, relaxar, descobrir novos horizontes, espairecer, viver experiências e sensações, se mimar, ser mimado, enfim, são inúmeros os motivos e as razões para tal …

O ato de viajar está mudando. Cada vez mais viajar significa participar de experiências de vida enriquecedoras e retornar para casa transformado. É preencher o último degrau da pirâmide de Maslow, o da auto-realização. Que é caracterizada não por um desejo de consumir produtos de marca e prestígio para uma ascensão social, mas para a busca da verdadeira felicidade através da conexão com as pessoas amadas e com o planeta.

Quer ele se dê conta ou não, quer seja um objetivo, quer não, seja a viagem organizada por ele mesmo, ou por uma agencia ou operadora especializada, a viagem transforma.

Pouco ou muito. Dependendo muito do olhar do viajante, turista, cliente, ou nome que se dê.

A transformação depende do olhar. A mesma coisa pode ser vista de várias maneiras, como diria Einstein.

Ampliar este olhar é o primeiro passo para que uma viagem seja transformacional. Todos nós estamos em permanente busca de algo.

E a viagem pode e deve ser o elemento catalisador neste processo de procura interior.

Uma viagem pode ser pensada para ser transformacional. Pensada e criada por pessoas preparadas para tal. Pensada e criada por operadoras ou agencias especializadas ou ao menos vocacionadas para proporcionar isso ao seu cliente.

Pousadas inspiradoras podem ser hospedagens que estimulem a transformação.

Guias locais motivados, apaixonados, planetários e universalistas podem contribuir fortemente para uma viagem ser verdadeiramente transformacional.

A história está cheia de exemplos de pessoas que transformaram suas vidas a partir de uma viagem. Provavelmente você conhece um amigo, ou mesmo um conhecido distante, cuja vida foi transformada. Pesquise, e verá que ele viajou.

A viagem transformacional envolve uma verdadeiramente poderosa e memorável experiência. Esta pode ser de ordem ativa, cultural, natural, social ou espiritual. E irá enriquecer a vida de uma pessoa e contribuir para a sua relação com seus entes queridos e com o mundo.

As transformações não precisam ser radicais. Na maioria das vezes são pequenas, mas detectáveis no dia a dia, às vezes, através de pequenos gestos. Mas significativos.

Assim como nem todas as transformações precisam ser a lá Gandhi, nem todos os destinos têm que ser Santiago de Compostela.

Aliás, qualquer lugar é lugar. Uma praia deserta, ao luar, em Maraú, na Bahia, pode provocar uma profunda experiência transformacional. Para uma pessoa aberta para isso. Não que dizer que provocará o mesmo na sua companheira de viagem.

O grande plus da viagem transformacional é que ela muda a pessoa por dentro.

Estas viagens propiciam que nos conectemos melhor com o mundo ao redor, a natureza, nossas pessoas amadas, e ainda nos ensejam a contar uma história.

Existem pessoas, clientes, que chegaram a um estágio em suas vidas em que têm o dinheiro e a saúde para realizar os seus sonhos de infância.

Eles são os transumers – e buscam viver além do conhecido – aplicando-se muito para isso. Seu número irá crescer de maneira vertiginosa nos próximos anos.

A ansiedade por significado em nossas vidas nos impele à sua busca. Para os transumers, que se encontram em estágio privilegiado da vida, este movimento é ainda mais forte.

Muitas pessoas já perceberam que ouvir e seguir o sentido interno é a melhor coisa que uma pessoa pode fazer na vida. É descobrir e reconectar-se com sua verdade interior. Atuar como coadjuvante ou palco neste processo é o DNA da viagem transformacional

 

(Fonte: Werblowsky Freeway).

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